(por Emmanuel)
sexta-feira, 14 de março de 2008
prece de luz
...Ensina-nos a encontrar a paz na luta construtiva, o repouso no trabalho edificante, o socorro na dificuldade e o bem nos supostos males da vida. Senhor... Abençoa-nos e estende-nos as mãos compassivas, em tua infinita bondade, para que te possamos perceber em espírito na realidade das nossas tarefas e experiências de cada dia, hoje e sempre.
sábado, 8 de março de 2008
terça-feira, 4 de março de 2008
embala eu
Embala eu, embala eu
Menininha do Gantois
Embala pra lá, embala pra cá
Menininha do Gantois
Oh, dá-me a sua benção
Menininha do Gantois
Livrai-me dos inimigos
Menininha do Gantois
Dá-me a sua proteção
Menininha do Gantois
Guiai os meus passos por onde eu caminhar
Vira os olhos grandes de cima de mim
Pras ondas do mar
Menininha do Gantois
Embala pra lá, embala pra cá
Menininha do Gantois
Oh, dá-me a sua benção
Menininha do Gantois
Livrai-me dos inimigos
Menininha do Gantois
Dá-me a sua proteção
Menininha do Gantois
Guiai os meus passos por onde eu caminhar
Vira os olhos grandes de cima de mim
Pras ondas do mar
domingo, 2 de março de 2008
que triste
Um amigo da Guiné-Bissau conta que é comum andar pelas ruas do Porto e ouvir um infeliz passar e dizer "volta pra tua terra!". Em Lisboa é muito pior, disse já sem forças para se revoltar. E depois se calou. Quantas pessoas mais terão de silenciar diante desse tipo de atitude medíocre?
Poema da noite
Meu amigo Fred (Bom Dia!) sempre me manda textos interessantes. Este é um deles. Reproduz o jogo da infância e da maturidade que existe em cada um. E lida com a confusão desses tempos como uma luta interior. Muito bom!
Pontos de Vista - Giuseppe Ghiaroni
Na minha infância, quando eu me excedia
quando eu fazia alguma coisa errada
se alguém ralhava minha mãe dizia
-Ele é uma criança, não entende nada!
Por dentro eu ria satisfeito e mudo.
Eu era um homem, entendia tudo.
Hoje que escrevo poemas
e pareço ter tido algum estudo
dizem quando me vêem com os meus problemas:
-Ele é um homem, ele entende tudo!
Por dentro, alma confusa e atarantada
eu sou criança, não entendo nada.
Poeta e jornalista, natural de Paraíba do Sul, RJ , Giuseppe Ghiaroni
radicou-se no Rio, onde trabalhou na redação de A Noite. Em 1941 publica
seu primeiro livro, O Dia da Existencia. Em 1997 publica "A Máquina de
Escrever"(poema e título), com poemas inéditos e já publicados em outros
trabalhos. - do já citado "O Dia Da Existencia", "A Graça de Deus"(1945) e
a "Canção do Vagabundo"(1948).
Pontos de Vista - Giuseppe Ghiaroni
Na minha infância, quando eu me excedia
quando eu fazia alguma coisa errada
se alguém ralhava minha mãe dizia
-Ele é uma criança, não entende nada!
Por dentro eu ria satisfeito e mudo.
Eu era um homem, entendia tudo.
Hoje que escrevo poemas
e pareço ter tido algum estudo
dizem quando me vêem com os meus problemas:
-Ele é um homem, ele entende tudo!
Por dentro, alma confusa e atarantada
eu sou criança, não entendo nada.
Poeta e jornalista, natural de Paraíba do Sul, RJ , Giuseppe Ghiaroni
radicou-se no Rio, onde trabalhou na redação de A Noite. Em 1941 publica
seu primeiro livro, O Dia da Existencia. Em 1997 publica "A Máquina de
Escrever"(poema e título), com poemas inéditos e já publicados em outros
trabalhos. - do já citado "O Dia Da Existencia", "A Graça de Deus"(1945) e
a "Canção do Vagabundo"(1948).
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